2 de fevereiro de 2011

O TEMPO CORRE INÚTIL EM MINHAS VEIAS

O tempo corre inútil em minhas veias
Bem velhinho vou morrer como garoto
Sonhando todos os sonhos
Ansiando por todas as ilusões
Que o meu coração de matuto sem pressa construiu
Desde que vi vez primeira
O sol desenhando luz na parede branca
Da capela de Santo Antônio
Jacek Yerka (séc XX), Sem título.
Na vila de Liberdade

3 comentários:

  1. É difícil comentar poesia, melhor sentir a construção feita com maestria.

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  2. É, meu mestre, Liberdade é um estado de alma.

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