27 de dezembro de 2010

NEM COMO, NEM QUANDO

tenho perdidos dentro de mim
todos os amores
com seus risos escondidos
e suas dores escancaradas
com suas promessas ridículas
e seus sonhos irrealizáveis.
tenho perdido dentro de mim
sem que eu saiba onde
o projeto fundamental do ser humano.
nem como nem quando.

T. Géricault, A balsa da Medusa, 1919,
Museu do Louvre.

2 comentários:

  1. É...é isso, difícil é dizer com tanta beleza. Abraço!

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  2. A potencialidade é que faz de nós, humanos.

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