(Publicado originalmente em Gritos&Bochichos em 16/4/2010.)
se houver dose maior que me possa chapareu tomopreciso de um pouco de ilusão e devaneioas coisas não andam boase eu receio perder inutilmente a vidaou o trem das cincoapenas não posso envenenar-me com a realidadenão tenho antídototenho somente um modo tolo de olhar o mundoe nada mais que issotudo que me puder sustentareu usoe se houver dose maior que o futurodesço do muro do passadoapenas não posso envenenar-me com a realidadeapenas não posso envenenar-me
![]() |
Léon Augustin Lhermitte, La paye des moissoneurs, 1882 (em insecula.com). |
Nenhum comentário:
Postar um comentário