Ponho os olhos na paisagem
Que vejo e que não vejo
E sinto um desejo irrefreável
De torná-la eterna
Pelas lentes das câmaras
Que franqueiam
A possibilidade do belo.
Se é possível
Isto é incerto
Porque há certo nível
De imponderável
Naquilo que é eterno.
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Pôr do sol em Itaipu (foto do autor). |