Os espaços mapeáveis
Do teu corpo
Centímetro a centímetro
Os vales tépidos
Os cumes vulcânicos
As fendas fundas
E a extensão macia
Das costas oceânicas
Onde soçobrava
Meu barco embevecido
Eu conheci os descaminhos
Dos teus planos
A geografia errônea
Dos teus sonhos
E os abismos abissais
Dos teus pélagos mortais.
Muito belo. Existe Amor nesse poema. Abraço.
ResponderExcluirObrigado pela leitura e pelo comentário, Daisy!
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